sábado, agosto 16, 2008

A casa da "verruga"



A prima Alcina mora há muitos anos em Lisboa e recentemente adquiriu um casebre na sua aldeia natal, uma das aldeia histórias de Portugal na Beira Interior.

A habitação é constituída por 2 pequenas divisões, possuindo apenas 2 portas sem uma única janela e um pequeno quintal nas traseiras.

Sensivelmente a meio da parede exterior da casa, há um pequeno "avançado" que ocupa cerca de 4m2 da rua, cujo espaço útil interior se resume a um minúsculo quadrado, supondo que tenha servido em tempos de galinheiro ou arrumação.

Devido exígua largura da rua e ao mamarracho a que eu chamo "verruga", é impossível ter-se uma visão completa da casa e na minha opinião, a sua remoção seria um benefício público, já que permitiria o alargamento da via, mas tal não é permitido por ser considerado património protegido.

O casebre está actualmente em obras no seu interior e como passará a dispor duma pequena sala com "kichinete", a prima Alcina decidiu dar utilidade à verruga ... será o abrigo da bilha do gás.

Mas para mim, será sempre uma "verruga" ahahahahahah

Uma buganvilia


Bem farfalhuda esta buganvilia que descobri há dias numa rua de Tomar. Não é a cor de que mais gosto, mas dá para ver que esta é bem cuidada.



sexta-feira, agosto 15, 2008

quinta-feira, agosto 14, 2008

Um curto passeio


Tinha prometido a mim mesma ficar o menos possível em casa durante as férias, mas uma coisa é o que eu digo, outra bem diferente é o que faço ... ultimamente custa-me tanto manter
compromissos ahahah


No Domingo à noite, fiz a mala para 3 ou 4 dias de viagem. Partimos cerca das 9 horas, com destino a Tomar, onde almoçámos no restaurante "A Bela Vista".

Demos uma volta pelo parque desta cidade tão perto de Lisboa e que por incrível que pareça, não conhecia.

Continuámos caminho, com a promessa de voltarmos ali com mais tempo, pois o mais importante ficou por ver ... o famoso "Convento de Cristo"

O nosso destino a aldeia histórica de Marialva, no distrito da Guarda, onde dormiríamos, mas antes estava prevista uma breve paragem em Trancoso.



Na manhã seguinte, tomámos o pequeno almoço na vila da Mêda, seguindo rumo a Penedono, S. João da Pesqueira, Pinhão, Régua, Moimenta da Beira. Aí fizemos nova paragem para esticar as pernas e admirar a bonita vila.

Já perto de Lamego avistámos um restaurante cujo nome era bem sugestivo ... "STOP" ... aí saboreámos um excelente cabrito assado com batatinhas e um óptimo arroz confeccionado em alguidar de forno, tudo muito bem regado (eu só bebi 2 pinguinhas no cimo do copo ahahah).


Cheios que nem uns abades, seguimos para Lamego, onde começámos por visitar o santuário de Nossa Senhora dos Remédios. O meu manel sugeriu que descesse a escadaria a pé, enquanto ele me aguardaria cá em baixo, no carro. E assim fiz, para ajudar a desgastar o almoço.

Era nossa intenção ficarmos na cidade para no dia seguinte irmos até à serra da Freita e conhecer Arouca. Mas depois de uma ou duas voltas pela praça, diz o manel:

- São quase 4 horas! Ficamos cá ou vamos embora?

Lembrei-me da minha Nikita que fica sempre deprimida com a nossa ausência e optei por vir dormir a casa e deixar o resto do passeio para uma oportunidade não muito distante.


quarta-feira, agosto 13, 2008

Não serve nem nas orelhas


Qualquer pessoa de bom senso, ao adquirir ou mandar fazer uma peça de vestuário, o normal é ajustar esta ao corpo. Acontece que eu tenho uma "panca" já muito antiga, que quem me conhece sabe que há-de morrer comigo.
Não é a primeira e certamente não será a última vez que compro algo 1 ou 2 números abaixo do meu, na esperança de fazer o contrário ... ajustar o corpo ao tamanho da roupa ahahah

Passeava muito descontraidamente em Lamego, quando resolvo entrar numa loja que anunciava um desconto de 50% em todos os artigos. Entretanto, o manel aproveitou para beber uma imperial num snak em frente.

Apaixonei-me logo por este camiseiro, cuja etiqueta exibia o número "XL", mas que na verdade deve corresponder a um 38, ou 40 no máximo (eu visto o 42).

Embora sentisse uma leve suspeita de que não caberia nele, optei por não o experimentar, preferindo manter a ilusão até chegar a casa.

Claro que não serve nem nas orelhas!
Sinto-me num colete de forças e vou ter de "encolher" bastante se me quiser enfiar dentro dele ahahahah

Cada doido com sua doideira, já dizia a minha mãe ahahahah

segunda-feira, agosto 11, 2008

Water Music Show


Estarei ausente 2 ou 3 dias. Apreciem esta imagem ao som desta de boa música ...





sábado, agosto 09, 2008

Já pinta o bago



Comparada com o famoso moscatel ou a igualmente apreciada dona maria, esta espécie cujo nome desconheço, fica muito aquém, mas muito antes de estar madura, já a passarada debica nela sem lhes pôr defeito!

Assim, para evitar que nos reste apenas o cheiro e a parra, o meu hortelão colhe-a antes de tempo ahahah

E lá mais diante, quando o açúcar do moscatel atrair os pardais e as vespas, a coisa piora um pouco ... teremos de montar vigília se queremos provar algum bago!!!

A vida de um aposentado/hortelão não é nada fácil ahahahah

quinta-feira, agosto 07, 2008

A "dália dos canudinhos"


Tenho várias espécies de dálias, mas esta é sempre a primeira a florir e a última a despedir-se no fim do verão. Como não sei o seu verdadeiro nome, refiro-me sempre a ela como "dália dos canudinhos" ahahahah




Um dia, quase "férias"


Bem, o dia de ontem já se aproximou de um dia de férias!!!

Levantei-me cedo, tomei o pequeno almoço e rumei ao mercado de Mafra, a fim de comprar peixe para 6 pessoas (40 sardinhas ... de Peniche, segundo a peixeira ahahah), uma broa de milho da Encarnação e 1 melão enorme, tudo coisas excelentes para manter a linha dirão vocês, mas como poderei manter o que não tenho, pergunto eu??? ahahahah



Bem, para aliviar a consciência pesada, levei 6 queijos frescos, só que os 2 que coloquei na mesa, ficaram intactos ahahah

Às 10 horas já atravessávamos a serra de Sintra, em direcção à Malveira da Serra e depressa chegámos ao Guincho.

O mar pareceu-me estar calmo e estava previsto irmos até à praia do abano antes do almoço, mas depois de estacionarmos junto desta buganvilia, ao lado das boxes dos cavalos, só voltámos a entrar no carro ao fim da tarde para fazermos o caminho de regresso.


Ali há sempre algo para fazer: É preciso aparar os arbustos, cuidar do lago dos patos, tratar os cavalos, alimentar mais de uma dezena de cães, etc.

Depois de almoço, eu e a madrinha fizemos uma curta caminhada para desgastar o almoço, enquanto os homens se ocupavam dos animais, incluindo o jerico que dá pelo nome de "Lucas" eheheh


O resto da tarde foi passada a conversar à sombra dos pinheiros.

O dia de ontem, assemelhou-se a um dia de férias e com tudo isto, já lá vão 3 dias delas!!!




quarta-feira, agosto 06, 2008

Dia de barrela às carpetes



Todos os anos, no verão, é a mesma coisa!!! Este ano teve lugar logo no meu 2º dia de férias.


O terraço é óptimo para o efeito. É sempre o manel quem carrega a carpete escada de caracol acima, enquanto eu levo os tapetes, o carpex e a vassoura.

Algumas mangueiradas para a molhar, a seguir burrifa-se com carpex, esfrega-se bem com uma vassoura dura, rega-se com água e deixa-se ali no parapeito a secar 2 ou 3 dias.



Geralmente é uma barrela rápida porque é raro ter nódoas, apenas pó, mas já que agora tenho espaço não me limito a sacudi-la como fazia quando morava no apartamento na cidade.

Hoje fiz "intervalo"! Tirei o dia a fim de usufruir do sol do Guincho em companhia dos padrinhos, mas amanhã outras tarefas domésticas me esperam ... e assim vão as minhas "férias" se assim lhes posso chamar.